ASFAL-SAÚDE lança Programa de Prevenção à Saúde do Idoso
O ASFAL-SAÚDE está lançando o Programa de Prevenção ASFAL VIVA MAIS, um novo projeto que
nasce com um propósito muito claro, promover saúde e fortalecer vidas. Os atendimentos serão feitos no consultório na própria sede da ASFAL. Nesta primeira etapa, o programa será direcionado aos beneficiários com idade igual ou superior a 65 anos, com atendimento inicial focado na especialidade de geriatria.
Segundo o presidente da ASFAL Gustavo Calheiros, o ASFAL VIVA MAIS representa um importante avanço na forma de cuidar dos beneficiários do ASFAL-SAÚDE. “Estamos evoluindo de um modelo que atua apenas quando o problema surge, para um modelo preventivo, coordenado e centrado na pessoa. Este é o início de um projeto piloto e, no futuro, com a integração de outras especialidades, permitirá construir um modelo assistencial baseado na saúde populacional, capaz de antecipar riscos, qualificar o cuidado, melhorar os resultados clínicos e proporcionar mais qualidade de vida e satisfação aos nossos beneficiários”, afirma o presidente.
Para iniciar este projeto, a ASFAL convidou a doutora Ana Carolina Machado, especialista em geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia e Associação Médica Brasileira, especialista em cuidados paliativos pelo Hospital Sírio Libanês, especialista em envelhecimento saudável, mestra em ciências médicas pela UFAL, geriatra assistente da equipe de geriatria da Santa Casa de Misericórdia de Maceió e atual vice-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, seccional Alagoas.
Dra. Ana Carolina diz que “cuidar de um idoso é, antes de tudo, escutar com atenção e olhar com sensibilidade. Cada paciente traz uma história, um ritmo, uma forma única de viver e de sentir o envelhecimento. Na consulta, não existe um protocolo engessado ou pressa. Existe tempo de troca, de compreender o que realmente importa para cada pessoa. Afinal, envelhecer bem não é só viver mais anos”, afirma a especialista.
Para a geriatra, o envelhecimento precisa ser vivido com “dignidade, autonomia e com sentido. E é por isso que cada plano de cuidado é único, pensado com afeto, técnica e respeito. Porque a medicina que transforma é a que enxerga o indivíduo e não apenas a sua doença”, conclui Dra. Ana Carolina.




